Na última sexta-feira (11/12) comemoramos o dia do arquiteto.
Então, o que escrever sobre esta profissão tão contraditória?
Pensei em fazer uma lista com os meus arquitetos preferidos, aí comecei a reunir obras, nomes, conceitos, enfim, vi que o papo iria longe demais e optei então por adiar esse projeto e fazer mais adiante postagens com uma série sobre arquitetos. (Aguardem em breve!)
Mas, para o dia do arquiteto eu continuava sem ter nada... pensei então em escrever algo pessoal. Confesso, o primeiro impulso era falar sobre as dificuldades e desilusões do “Ser Arquiteto”.
Aprendi nos meus anos de faculdade que o arquiteto é peça fundamental para qualquer obra. É um artista e um prático. É a pessoa que consegue transpor a barreira dos sonhos e torná-los realidade. É quem acorda e dorme pensando em transformar o mundo em algo cada vez melhor.
Acontece que a dura realidade de recém-formada não é tão fácil quanto eu imaginava. A verdade é que ninguém vive sem dinheiro e que pouquíssimas pessoas podem ou pensam em pagar por qualidade.
E, divagando sobre isto, vi uma notícia de que o nosso querido Oscar Niemeyer, às vésperas de seus 103 anos, internado, continua trabalhando e está estreando como compositor de samba! E se não bastasse continua acreditando em um mundo melhor.
Bom, se ele com mais de um século de vida continua otimista, quem sou eu pra dizer que nada irá pra frente?
Acho que o caminho é continuar pensando em “amar e mudar as coisas” como Belchior e o resto vem com o tempo!
Abraços a todos os colegas arquitetos.








































